10.8.05

Momentos íntimos de LLL

Descobri que sou um sitzpinkler! Mesmo sem ninguém mandar.

8.8.05

O dia em que LLL armou o barraco

Hoje, dia 08 de agosto de 2005.

O dia em que LLL armou a barraca na Catalunha

E na falta de assunto melhor, relato aqui mais uma das Maravilhosas Histórias de LLL. Tudo culpa da Regina, a fotógrafa astróloga com quem eu dividia apartamento em Barcelona. Foi ela quem me convidou para uma festa nos arredores da capital catalã, na chácara de um amigo. Thomaz era um uruguaio que vivia na Amazônia e que Santo Daime trazia de lá. Juro. E ainda tinha uma amiga em Brasília chamada Poema. Pois bem. Como chegamos cedo no lugar, sobrou pra mim ajudar na montagem de um legítimo tipi que seria usado em uma “cerimônia� durante a festa. Desculpem, mas não dá pra não usar o trocadilho: estava eu, no maior programa de índio da história. E lá fui, carregar madeira pro centro da barraca e depois as pedras que segurariam a lona da cabana. Confesso que as poucas meninas presentes à essa altura no local se entusiasmaram com meu esforço físico. Mas o entusiasmo ficou por aí, já que não me arrisquei a entrar com elas e mais tipos estranhos no tal tipi na hora do tal culto. Preferi ficar com outros perdidos que, como eu, também acabaram naquela canoa apache furada. Todos num frio de lascar, na beira de uma fogueira e comendo turrones de Alicante e de Jijona, que nada mais são do que nossos pé-de-moleque e paçoca. Pronto. Eu tinha acabado de participar da festa junina mais estranha do mundo. Em pleno dezembro europeu.

4.8.05

Da série: diálogos que gostaríamos de ver

- Macedo, Macedo! A loirona chegou aí.
- Ah… A loirona é a que eu mais gosto.
- É boa mesmo. Mas é a oficial, né? Eu gosto é das “filiais�.
- Nem me fala. Aquela ruivinha com aqueles oclinhos…
- E a morena com cara de brava? Toda arrumadona, cheirosa, huuum…
- Impressionante mesmo…
- Doutor Marcos, tá na hora da visita íntima do senhor.

…

- Como pode um baixinho careca desses com tanta mulher?
- É, meu irmão. Já era o tempo em que mulher gostava de homem de uniforme. Hoje, mulher gosta é de bandido.

3.8.05

Oxalá

Nestes tempos tão estranhos - de crises políticas, profissionais, pessoais - umas gotinhas de homeopatia, uma porta fechada e um CD do Madredeus tocando. Nada mais.

2.8.05

Pra frente, Brasil! (à moda do Tutty)

Por causa das recentes denúncias contra o PT, o cantor Zezé de Camargo afirmou que não vai mais fazer shows em campanhas políticas. Essas conseqüências boas da crise a oposição não vê.

1.8.05

Pelo telescópio

"Eita! A bicha tá brilhando!"

Pequeno post-críptico-interno em homenagem à nova estrela brilhando na blogosfera.

28.7.05

A poesia morreu. Mas quem matou não fui eu.

(Rápido suspiro poético)

L: - "Quem vai pagar o enterro e as flores/se eu me morrer de amores?"

(Rápido comentário desconstrutivista)

F: - Seu macho.

(Rápido pano)

A procura

Então, de noite, ele saiu atrás do Poetinha. Achou que nele encontraria as palavras que procurava. Como quem olha por um bêbado desconhecido a quem se abraçar. Para trocar algumas palavras encharcadas de desilusão. Mas não. O que sentia era um pingado, sem açúcar, de emoções. Ninguém poderia lhe mostrar uma mistura como aquela de sentimentos. De ninguém poderia ser aproveitado um verso, uma expressão, uma palavra. Nada. Teria ele mesmo que colocar no papel a euforia e a tristeza, a confiança e a angústia, a delícia e o dessabor. Preferiu deitar-se. Se para Quintana viajar é mudar o cenário da solidão, para ele, dormir é postergá-la para o dia seguinte.

25.7.05

Saturno na casa do cacete (ou "Bob Esponja Kármico")

Pois é. A astróloga leu o meu destino. E disse que já estou oficialmente no retorno de Saturno. "Ele está no seu ombro. Em janeiro vai estar na sua cabeça, se prepara." Além disso, avisou que sou uma esponja de energias ruins. Que me aproveito para catalizá-las em energia boa, mas que às vezes fico sobrecarregado. Recomendou uma turmalina preta no bolso ou na carteira. "Sempre abaixo da cintura". Falou isso com tanta propriedade que até me assustou. Eu, na minha pouca experiência com assuntos cósmicos e místicos, fiquei calado o mais que pude. A incredulidade queria pegar algum indício de charlatanismo no pulo. Não foi dessa vez. A bruxa me dissecou ali, em 50 minutos. No resto da consulta eu quis saber de tudo e dava todo tipo de informação sobre mim. E foram muitos os conselhos. Estou seguindo a maioria deles. Não quero decepcionar a velhinha.

16.7.05

Miracle

Please, God,
just send down a thunder
to make disapear
this feeling I´m under.
A little miracle
to leave me alone.
Love without love
It just can´t be done.

Lado B

Eu não sei vocês, mas naqueles dias em que quero ficar o dia inteiro em casa e, ao mesmo tempo, estou agoniado de ficar o dia inteiro em casa, acabo arrumando meus CDs. Encontro velhos CDs, me decepciono com caixas quebradas, me emputeço com os que perdi, escuto novamente antigas canções. Que me lembram muitas coisas, que não me lembram nada. E percebo minhas mudanças e meus passeios por estilos, por preferências musicais. Penso em tudo que já escutei, e nos CDs que vou comprar daqui pra frente. Enquanto os vizinhos são obrigados a escutar de Keane à Paulinho da Viola. Não devem entender nada. Eu só entendo que cada um destes discos teve seu tempo. E não faz mal nenhum parar para escutar algumas letras perdidas nesses tempos.

15.7.05

Pequenas Máximas (da familia) de LLL

"Quem não quer ver estrelas não olha pro céu." Putasqueopa, como isso é certo.

O mundo anda tão complicado

"Desculpa, mas eu tô procurando uma menina e pra casar. Você não é menina e não é pra casar."

12.7.05

Pequenas Máximas de LLL

Mulheres, cerveja, futebol. E um filminho europeu, que ninguém é de ferro.

9.7.05

Um dia frio
Um bom lugar pra ler um livro
E o pensamento lá em você,
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você,
E tudo me divide


Nem um dia - Djavan

Faz um 21?*

Foi uma confusão danada. Eu não lembro bem de quem foi a idéia de reunir os 50 amigos aqui em casa para uma "exposição de argumentos". Mas virou um mafuá. Tempo de amizade, favores prestados, sentimentalismo barato. Teve de tudo pra me convencer. Até virar uma baita briga. Acho que começou quando um dos marmanjos mostrou a camisa "Amigos na Copa". Nas costas da camiseta da futura excursão, o nome dele impresso, claro. E aí uma das meninas resolveu contar das puladas de cerca de um outro casal presente. O caldo entornou de vez. Foi nessa hora que eu saí, desnorteado, sem ninguém perceber. E sumi até o dia da viagem. Reapareci no aeroporto com 9 loiras, 8 morenas, 2 japonesas, 1 mulata e 1 ruiva. Quando voltar é que vou ver mesmo que é amigo e quem não é. Até lá, divido meus dias entre o Olympiastadion e os vários quartos do hotel na Rosa Luxemburg Straffe. Morrendo de rir de uma das garotas que, abraçada com as outras vinte, me olhou em tom de brincadeira e disse: "Amor, faz um 21?"


*Cadastre seu telefone na Embratel e concorra a uma viagem para você e mais 21 amigos para a Copa do Mundo da Alemanha.

8.7.05

É ouro.É prata. É bronze.

Serotonina em níveis inimaginavelmente e naturalmente elevados. Música alta, Absolut shots, underwear dancing. Nada melhor para um dia altamente estressante como a sensação do dever cumprido. E uma mega festa depois. Não se preocupem. Dormirei por lá.

7.7.05

Previsões (astro)lógicas

Semana que vem, terei uma consulta com uma astróloga do Rio que fez meu mapa astral. Pelo preço que paguei, a primeira previsão é que terei problemas financeiros neste mês. Mas o resultado eu coloco aqui. Ou não.

4.7.05

Caras e Bundas

Redator: O Clodovil colocou silicone na bunda.
Estagiária: A Ana Maria Braga também.
Diretor de Criação: Ele deve usar mais do que ela.