"Quando eu deixei de levar as mulheres à sério, elas começaram a me levar à sério."
*A cabeça do Fred é como um farol (literalmente) de sabedoria em uma mar de desilusão.
26.2.09
19.2.09
SLAP (lesion) na cara
"On February 17, you will be head and shoulders above the rest, due to the meeting of Jupiter and Mars."
É, Dona Miller, a cabeça pode até ser. Mas o ombro já era. :/
É, Dona Miller, a cabeça pode até ser. Mas o ombro já era. :/
17.2.09
Pequeno Relato Anatômico
Sentiu uma forte fisgada no braço na última vez em que se abraçaram. Agora, enquanto a enorme agulha atravessava a articulação do seu ombro direito, não era ali que sentia uma agoniante dor.
31.1.09
FeS2
Meu tio Olavo é geólogo. E eu me lembro bem que, quando descobri ainda criança que palavrão era esse, pedi a ele uma pepita de ouro. Na época, Olavinho trabalhava em Carajás, ou alguma outra mina famosa dessas, e, na minha lógica infantil, ouro era a coisa mais fácil de se encontrar. E não é que, um belo dia, a tal pepita apareceu? Era uma pedra escura com pequenas manchas metálicas douradas e reluzentes. Eu era o menino mais feliz, e mais rico, do mundo naquele momento. Cansei de fazer planos mirabolantes nos quais a venda daquele pequeno tesouro, guardado em um pedaço de veludo preto, era o principal financiador. Até que um dia uma visita à um Instituto de Geologia acabou com todos esses planos. Pirita era o nome da minha maior tristeza naqueles dias. Um mineral que, por causa da sua cor e brilho, também é conhecida como... "ouro de tolo". Apesar da história estar bem gravada na minha memória, ainda encontro algumas pepitas por aí, começo a maquinar planos, até que elas acabam se revelando pedaços de minério sem valor. Quem não passa por isso? Mas, ainda assim, se me dão alguma coisa bonita e brilhante, eu sempre guardo com cuidado. Uma hora não vai ser outra pirita do tio Olavinho.
18.1.09
La Coppietta

Atum e Aspargos grelhados com dressing de Chilli, Manjericão e Tomates Secos
Isso aqui tá parecendo o La Cucinetta (sem os talentos culinário e literário).
8.1.09
To you, with love.
30.11.08
Na cozinha
25.11.08
Briga no closet
As mocinhas usarem a roupa da avó na noite, ôquei.
Os rapaizinhos usarem a roupa da avó na noite, não ôquei.
Os rapaizinhos usarem a roupa da avó na noite, não ôquei.
12.11.08
A saga continua
Então aqui vai a continuação do relato da minha viagem para a Califórnia. Para você não ficar boiando nessa segunda parte, leia a primeira, que começa no post “Califorvacation”, mais abaixo. Acomodem-se que tem muito chão pela frente.
Surfista, eu?
Venice
Se eu não gostei muito de Los Angeles, talvez tenha sido porque eu não fiquei, de fato, lá. A maior parte do tempo eu estive em Santa Mônica, mais perto da praia do que do glamour. Me hospedei em um hotel da rede Travelodge, em Pico Boulevard. Um pouco caro (U$ 120 a diária) mas extremamente limpo e confortável. Depois descobri que podia ter me ficado no Hostel International por míseros U$ 25 e em um lugar bem melhor, na 2nd Street, bem próximo do Pier de Santa Monica. Não sei se os quartos individuais são bons, mas valia a pena arriscar pelo preço e pela localização. Além de perto da praia, o Hostel estava ao lado da 3rd Street Promenade, uma rua fechada cheia de lojas famosas e restaurantes bacanas. Lá você também vê uma série de (bons) artistas de rua e tem até aulas de dança ao ar livre.
Todas as manhãs eu pegava meu carro, ia até a 2nd Street, parava em um estacionamento público (está a 5 minutos de caminhada do Pier e custa US$ 2, enquanto os estacionamentos na beira da praia custam US$ 10), tomava um baita café reforçado no Jinky's Cafe (1447, 2nd Street) e depois passeava de bicicleta de Santa Monica até Marina del Rey. Mais ou menos 1 hora de pedal.
Só não tinha frescobol em Santa Monica.
E no caminho você vê de tudo: gente fazendo de capoeira a ioga, muros para treinar grafite, vendedores ambulantes hippies (em Venice) e, claro, surfistas. O clima – psicologicamente e meteorologicamente falando – era tão bom, que me peguei pensando ter gostado mais de Santa Monica e arredores do que de Nova York. Será que virei “pode crê”?
Muitas comidas...
No pier de Santa Monica ainda acontecem alguns eventos durante o ano. No dia em que cheguei por lá, pude escolher entre um Festival de Barbecue, com especialistas em churrasco de todo os EUA, e um Festival Culinário de Santa Monica, com barraquinhas de vários bons restaurantes da cidade. Fiquei com o segundo, que era mais o clima do lugar do que um bando de red-necks defumados.

Pequenas porções, grande negócio
Funcionava assim: você pagava US$ 40 e tinha direito a comer em todas as barraquinhas do lugar (bebidas à parte) que iam do manjado Hooter’s até, dizem, o melhor sushi de Santa Monica. Mas o que parecia o paraíso, não era tão apetitoso assim não. Em resumo: filas enormes e porções microscópicas. Este segundo aspecto, por um lado, era bom, porque acabei experimentando um pouco de casa restaurante. Mas, mesmo assim, ficou na cara que os samplers eram muito mais para fisgar novos clientes do que uma experiência culinária.
Pequenas porções, grande negócio
Funcionava assim: você pagava US$ 40 e tinha direito a comer em todas as barraquinhas do lugar (bebidas à parte) que iam do manjado Hooter’s até, dizem, o melhor sushi de Santa Monica. Mas o que parecia o paraíso, não era tão apetitoso assim não. Em resumo: filas enormes e porções microscópicas. Este segundo aspecto, por um lado, era bom, porque acabei experimentando um pouco de casa restaurante. Mas, mesmo assim, ficou na cara que os samplers eram muito mais para fisgar novos clientes do que uma experiência culinária.
... e uma boa história.
Adoro fila
Sobre as filas, tenho uma história engraçada. Em uma delas, me distraí por um momento, e, do nada, apareceu um moleque de uns 13, 14 anos na minha frente. Como eu não tinha certeza se ele estava ou não ali antes, fiquei na minha. Logo depois chegou o pai do garoto, o que me fez imaginar que ele realmente já estivesse na fila. Corta para outra fila, bem maior do que as outras, em uma disputada barraquinha de sorvetes italianos. Umas garotas conversam animadas um pouco mais à frente enquanto, sorrateiramente, aquele mesmo moleque de 13, 14 anos se esgueira para dentro da fila. "Que son of bitch", pensei. E, como sou o cara mais psicopata de fila do mundo, não deixei barato. Grudei no furão e falei que sabia que ele estava fazendo aquilo em todas as filas. As meninas me olharam assustadas, mas a cara do menino foi ainda mais assustadora. No Brasil, ele com certeza, discutiria, dizendo que já estava ali, ou dizendo que se enganou, etc. Mas, lá, a vergonha foi tão forte, que o moleque não conseguiu pronunciar uma só palavra. Simplesmente saiu da fila, com uma cara roxa de pavor e sem muito rumo. Depois vi o pai procurando por ele, na fila, sem encontrá-lo. Aqui não, malandrão.
O melhor hamburguer do mundo

And the Oscar goes to... (Gostei tanto do hamburguer que esqueci de tirar foto. Peguei essa no Flickr.)
Esqueça aqueles restaurantes estilo Friday’s ou Fiftie’s, que, claro, existem aos montes por lá. O melhor hamburguer do mundo é servido em um boteco de Santa Monica chamado Father’s Office(1018 Montana Avenue). Mas você tem que ir até o caixa pedir, porque os garçons só entregam os pedidos. Eles não ficam pelo salão atendendo. E isso também é parte da mística do lugar, que não troca os ingredientes de nenhum de seus pratos e serve ainda 30 tipos diferentes de chopp. Talvez os 2 que eu tomei – Stone Brewing Arrogant Bastard e Craftsman 1903 Prohibition Lager - tenham contribuído no meu julgamento, mas os ingredientes do hamburguer já provam que ele não é como os outros:
- Hamburguer sem conservantes (peça medium rare);
- Cebola caramelizada;
- Bacon
- Queijo Gruyére;
- Queijo Maytag Blue;
- Rúcula;
- Batata frita em palitinhos bem fininhos e crocantes.
A mãe de todas as desculpas
Ontem quis beijar uma mocinha e ela recusou.
Disse que era por causa da crise.
Disse que era por causa da crise.
4.11.08
Pequeno Lembrete (atrasado) para Referência Futura 1
Restaurante Colina Verde, em Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul. Se for em boa companhia, ainda mais incrível! :)
Pequeno Lembrete para Referência Futura 2
Manter o Gelol em aerosol longe do Desodorante em aerosol.
30.10.08
29.10.08
Califorvacation

Hey, ho, let's go!
Bom, então vamos lá pra minha viagem à Califórnia. Foram 10 dias entre Los Angeles e San Francisco, passando por Santa Barbara, San Luis Obispo, Carmel e Monterey, via Highway One. É, só eu e Deus. E em alguns lugares Ele nem topou entrar comigo. Achou a galera estranha e preferiu voltar para o hotel.
Eu queria postar tudo de uma vez, mas, como tá complicado, vamos aos poucos. Quando você chegar ao post “Contando Estrelas” acabou esse primeiro bloco. Depois vem mais.
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