30.8.08

Momento Amigo Gay da semana

Eu vim pela experiencia socio-antropologica. Mas nao tem como eu nao me sentir o amigo gay passeando pela Jose Paulino, com uma amiga (serio, amiga), procurando roupa.

Em tempo: a falta de acentos e porque escrevo do telefone, enquanto minha amiga se estapeia por um vestidinho. Vou la resgata-la.

Update: comi um milho na palha, e nao no potinho, como e moda por aqui. - 10 pontos gays.

Update 2: - Nunca um namorado meu saiu pras compras assim comigo.
- Voce ta andando com os namorados errados.
(Depois eu pensei melhor e o errado devo ser eu.)

29.8.08

E falando em trânsito...

Título não aprovado para Nissan:

"Se for para ficar preso no trânsito,
que, pelo menos, você tenha cela especial."

Ladeira, engarrafada, abaixo

Chegar no fim do dia (de ontem) e constatar que passei mais tempo dentro do carro do que trabalhando já pode ser considerado um dos pontos baixos da minha história paulistana.

Tudo bem que a viagem para Campinas ajudou. Mas o trânsito de São Paulo deu números finais a esse absurdo.

26.8.08

Rua da Mata Vida

Se algum dia você entrar de carro na sua rua estreita, às 10h30 da noite, exausto do trabalho, tendo que chegar logo em casa pra escrever mais uns 100 títulos, e precisar esperar infinitos 10 minutos, porque um caminhão de lixo trafega vagarosamente atrapalhando a passagem, não pense que você é o mais infeliz dos mortais. Lembre-se: tem alguém, provavelmente mais exausto que você, catando sacos de lixo em uma rua estreita às 10h30 da noite.

Ensaio sobre a visão



“Ensaio sobre a cegueira” (Blindness), o novo filme de Fernando Meirelles inspirado no livro de José Saramago, tem todos os capítulos da velha batalha entre a obra escrita e a adaptação para o cinema. As traduções literais, as licenças poéticas do diretor, o corte de partes importantes do texto original. Tudo isso sem comprometer a qualidade e a emoção da película, que, ainda assim, fica alguns degraus abaixo do livro.

Isso pode soar óbvio, mas, no caso específico desta adaptação, um detalhe é ainda mais cruel com a obra audiovisual: um livro que fala sobre a cegueira causa uma ansiedade ainda mais intensa, já que o ato de ler, em si, é cego. Tudo é imaginado, nada é visto em um livro. Essa força se perde no filme, onde tudo é retratado. Mesmo com o diretor usando uma fotografia extremamente branca e “estourada” para transmitir a angústia trazida pela cegueira da história.

O roteiro, no entanto, consegue passar bem o conflito de uma humanidade que, de repente, se vê completamente cega e sem saber como agir. O roteirista Don McKellar, que também atua no filme no papel do Ladrão, manteve os pontos chave do livro e, assim, construiu uma história bem contada, que prende a atenção de quem assiste, ao mesmo tempo que mantém o lado filosófico da obra de Saramago, no qual o ditado “em terra de cego quem tem um olho é rei” é reinterpretado de uma maneira supreendente.

Ao contrário de “O Jardineiro Fiel”, filme anterior de Meirelles, que me parece “cinemão americano” com uma estética mais independente, o Ensaio pode ser encarado de maneira completamente oposta: um filme independente – tanto na concepção quanto na temática – com uma cara mais comercial. E, isso, no melhor sentido possível, quando o refinamento e o conhecimento da técnica estão totalmente à serviço da obra, além da presença de atores renomados do cinema holywoodiano.

E sobre as atuações, confesso ter um pouco de resistência à Alice Braga, sempre com um inglês que não é perfeito mas sem a humildade de se assumir assim. Ainda mais fazendo um papel de tanto destaque no filme (A Mulher de Óculos Escuros) e tendo que contracenar com a Julianne Moore, que dá um banho no papel principal e consegue até ficar feia em alguns momentos do filme. Mark Ruffalo e Danny Glover, que merecia mais momentos no filme, fazem um “par perfeito” com as duas atrizes.

No fim das comparações entre a obra de Saramago e a de Meirelles fica a satisfação de poder aproveitar as duas sobre pontos de vista diferentes. Sem trocadilho.

“Ensaio Sobre a Cegueira” estréia no circuito comercial brasileiro dia 12 de setembro.

23.8.08

Manggia!



Pra começar bem a parte "saúde" do mantra:
Rigatoni ao molho de tomate e mussarela ao forno!
:D

Saúde e escrita

Esse será o meu mantra daqui para frente. Chega de perder tempo e gastar energia com coisas "menores". Não prometo, mas é grande a probabilidade disso aqui voltar a ficar movimentado. Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

15.8.08

Um amor, um sorriso, uma flor



Me emocionei, mas não chorei.
Medo que o som da minha lágrima atrapalhasse João.

01- "Aos Pés da Cruz"
02- "13 de Ouro"
03- "Wave"
04- "Caminhos Cruzados"
05- "Doralice"
06- "Meditação"
07- "Preconceito"
08- "Disse Alguém"
09- "O Pato"
10- "Corcovado"
11- "Samba do Avião"
12- "Lígia"
13- "Você Já Foi à Bahia?"
14- "Rosa Morena"
15- "Morena Boca de Ouro"
16- "Desafinado"
17- "Estate"
18- "Só Vou pra Casa"
19- "Chega de Saudade"
20- "Isto Aqui o que É"

Bis

21- "Chove Lá Fora"
22- "O Nosso Olhar"
23- "Bahia com H"
24- "Da cor do pecado"
25- "Samba de uma Nota Só"
26- "Retrato em Branco e Preto"
27- "Samba de uma Nota Só"
28- "Guacyra"
29- "Pra Machucar Meu Coração"
30- "Garota de Ipanema"

8.8.08

Sorry, Periferia!



Poltronas C 17 e C 19. Deixa eu repetir: fileira Cê! A, B e, depois, C.