Solteiro: Aquela sua amiga é comprometida?
Casada: É. Com aquele rapaz do lado dela.
Solteiro: Mas eu tô olhando pra eles faz 40 minutos e nada de um beijinho, um carinho, nem mãos dadas?!?!
Casada: É que eles são casados.
12.5.07
11.5.07
As coisas como elas são
Seu Nilson, meu avô, pode ter feito muitas besteiras no que diz respeito ao relacionamento com seus netos. Mas é dele o ditado que mais ressoa na minha cabeça ultimamente e que vai ser um mantra para mim daqui para frente:
"Pra comer a minhã mãe tem uma fila. Dar o cu pro meu pai ninguém quer."
"Pra comer a minhã mãe tem uma fila. Dar o cu pro meu pai ninguém quer."
10.5.07
Vale tudo, Gil?

"Ele me bateu, me xingou, me jogou areia, quebrou minha boneca..."
Parecia briga de colégio. Vocês viram? Clodo Vil chama a coleguinha Cida Diogo de feia (boba e chata), que vai correndo falar com o bedel Inocêncio. Aproveito para mandar um abraço para meus amigos paulistas, que tanto me sacanearam por ser de Brasília, e são os responsáveis por colocar essas duas crianças no Parlamento.
2.5.07
8.4.07
As (musicais) aventuras de LLL em São Paulo

O Stand Center era um dos maiores "Xing-Lings" de São Paulo, a Feira do Paraguai dos paulistas. Mas foi fechado há algum tempo para virar, ironia das ironias, a sede da Receita Federal. Ficava na Rua Augusta e abrigava uma das melhores lojas de CD da cidade, a Compact Blue. Essa foi a má notícia. A boa é que a loja foi logo reaberta a alguns metros do local original, na sobreloja do novo Ponto Center, número 1.592, a um quarteirão da Paulista. Existem outras filiais por São Paulo, mas nenhuma com a mesma variedade que a da Augusta. O que você quiser, eles têm. Se não tiverem, mandam buscar. E, olha, seu gosto musical tem que ser algo maníaco para não encontrar o que procura no meio de tantos CDs. E, quando eu voltar pra Brasília, não vou ficar carente das minhas visitas à loja. Vou comprar pelo site deles, que recebe encomendas e entrega em qualquer lugar do Brasil. Dica adicional: deixe pra escolher seus discos depois de um Beirute com batata frita no Frevo, que fica do outro lado da rua, quase em frente à galeria.
6.4.07
As (misteriosas) aventuras de LLL em São Paulo
Eu já estava andando pelo centro de São Paulo por uns bons 40 minutos. E morrendo de medo. O feriado deixou as ruas vazias, exceto pelos tradicionais moradores das marquises: pedintes, bêbados e outras criaturas estranhas. E eu com minha mochila nas costas, carregada com uma máquina digital, uma máquina LOMO, um iPod e um livro, que agradaria menos o marginal que eu esperava me assaltar. Para piorar, ninguém parecia saber onde ficava o Centro Cultural Banco do Brasil. Até eu resolver apelar para um guarda sonolento em uma esquina. Andei fazendo cara de mal por mais alguns quarteirões e encontrei o museu fechado. Santo feriado santo. Acho que era outro sinal de que eu não tinha nada o que fazer ali. Resolvi procurar logo um táxi e voltar para a segurança do meu flat. No caminho até uma das avenidas do centro, passo em frente a um pequeno restaurante. Nada escrito na fachada, somente uma imagem impressa de São Jorge colada acima da entrada. Uma porta estreita levava a um corredor que parecia ainda mais apertado, cheio de mesas. As paredes estavam cobertas de fotos de pessoas desconhecidas, emolduradas das formas mais diferentes possíveis. E, lá no fundo, um velho garçom uniformizado olhava emburrado para mim. A cara dele me dizia que ele devia ter uns 148 anos, sendo que 146 deles servindo nesse lugar. Achei o lugar ótimo para uma despedida daquela manhã, mas um croissant, que eu havia comido alguns minutos atrás, acabou me impedindo de entrar ali. Caminhei por mais um pouco até encontrar um ponto de táxi. Enquanto eu me aproximava do carro, pensei no espírito aventureiro que todo viajante solitário precisa ter. Lembrei da sensação de ir além dos guias e mapas, de fazer descobertas próprias. Essas baboseiras todas. Ao invés de voltar para casa continuei meu caminho. Dei outra volta pelos quarteirões até retornar à rua que dava no Mosteiro, perto do passeio com um canteiro, ao lado da sede de um velho banco. Foi nesse momento que minhas pernas tremeram, um arrepio me gelou os pêlos da nuca e uma sensação de falta de ar me atacou. O restaurante comprido, simplesmente, não estava mais ali. Olhei para os lados para ter certeza de que estava no lugar certo, mas meu olhar só encontrou, sentado do outro lado do passeio, um velho me olhando e gargalhando da minha cara assustada.
3.4.07
As (urbanísticas) aventuras de LLL em São Paulo
2.4.07
1.4.07
Contando com LLL
31.3.07
Bar Esperança, o último que fecha.
Se, às 4 da manhã, voltando pra casa, em São Paulo, é possível ver a lua cheia linda e brilhante, ainda é possível acreditar em um futuro melhor.
29.3.07
25.3.07
Contando com LLL
22.3.07
Um lugar para se viver
Surge um novo Eldorado brasileiro. Um lugar cheio de belezas e oportunidades, onde a esperança de igualdade há de renascer. Um lugar onde a pujança econômica não deixará para trás seus filhos menos afortunados. Um lugar onde os homens públicos se comprometerão com o exercício pleno do altruísmo, na luta pelos direitos de seus concidadãos. Enfim, um lugar que resgatará o verdadeiro espírito dos brasileiros de boa índole. Bem-vindos, então, ao Maranhão do Sul! E você ainda pode morar em um município chamado Nova Iorque. Loco, né?®
21.3.07
Alfabeto do LLL
Em tempos bicudos, como diria Casé, nada melhor que deixar o plano B na manga. E, claro, um plano C, também o D e, consequentemente, o plano E, o que não me impede de já começar o plano F...
14.3.07
12.3.07
Time warp
Existe coisa pior que fuçar compulsivamente o blog dos outros? Existe sim. Fuçar compulsivamente o blog dos outros e que nem existe mais!
11.3.07
As (comportamentais) aventuras de LLL em São Paulo
- Alguém me explica essa fixação dos paulistanos com o canudinho na balada? Cerveja em lata tomada com canudo? Vodka pura com canudo? Energético no canudo? Eu hein...
- Alguém me explica porque certas pessoas acham que pra ser ""moderno"" (com várias aspas assim mesmo) basta fazer uma tatuagem e sair mostrando na balada?
- Alguém me explica porque o carão paulista ainda impera? Isso é tão 1999...
- Alguém me explica porque certas pessoas acham que pra ser ""moderno"" (com várias aspas assim mesmo) basta fazer uma tatuagem e sair mostrando na balada?
- Alguém me explica porque o carão paulista ainda impera? Isso é tão 1999...
10.3.07
As (alimentares) aventuras de LLL em São Paulo
1a Teoria Nutricional de LLL:
Se você caminhar até o restaurante - independente da distância e da quantidade de comida ingerida - o exercício da caminhada anulará toda e qualquer caloria consumida.
Se você caminhar até o restaurante - independente da distância e da quantidade de comida ingerida - o exercício da caminhada anulará toda e qualquer caloria consumida.
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