
Alguns detalhes da história chamam a atenção, como a força que o jogador italiano Giorgio Chinaglia exercia nos rumos da equipe, mesmo com a presença de ídolos como Pelé e Franz Beckenbauer. E, ainda, as estratégias de marketing para "americanizar" o futebol e deixá-lo menos estranho os olhos dos fanáticos pelo football.

A grande falta do filme, no sentido de perda e não de penalidade, é a presença de Pelé. Apesar da grande quantidade de gols e jogadas de Pelé, que pareciam ainda mais fáceis frente aos marcadores yankees, o maior jogador do século não quis ser entrevistado para o documentário. E, de certa forma, isso aumentou a impressão de que Chinaglia era mesmo o dono daquele time. E, no fim, fica ainda um relato dos primórdios que seria a maior revolução desse esporte: assim como o futebol virou soccer, a beleza do jogo - a partir daquele momento - se transformaria em puro business.
Nenhum comentário:
Postar um comentário